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Quinta-Feira, 24 de Maio de 2018, 16h:34
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Prefeitura do interior suspende transporte de pacientes que se tratam em Barretos

Medidas foram tomadas devido à paralisação dos caminhoneiros e apenas atendimentos do Samu e de tratamento de hemodiálise estão mantidos

Flávio Brito
Capital News

Divulgação/Assessoria

Prefeitura do interior suspende transporte de pacientes que se tratam em Barretos

Serviços do Samu foram mantidos

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas suspendeu temporariamente 

suspensos os serviços de transporte e remoção de pacientes. Serão mantidos apenas os serviços essenciais que dependem de transporte, como remoção de pacientes que passam por tratamento de hemodiálise e as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

 

De acordo com as informações da assessoria de imprensa da prefeitura de Três Lagoas, medidas de suspensão dos serviços, incluindo os ônibus de transporte de pacientes para Campo Grande e Barretos, foram tomadas devido à paralisação nacional do transporte de carga por caminhões e que vem afetando a reserva disponível de combustíveis.

 

Além da contenção e rigoroso controle do consumo de combustíveis, existe também o cuidado para não expor pacientes e servidores da Saúde em trânsito aos transtornos de eventuais bloqueios nas estradas.

 

O alerta sobre esses eventuais bloqueios foi dado pela direção da empresa de ônibus Crisptur – Transportes e Turismo Ltda, contratada pela SMS de Três Lagoas para viagens diárias de transporte de pacientes para Barretos (SP) e Campo Grande.

 

Em ofício enviado à SMS de Três Lagoas, nesta quinta-feira (24), a direção da Crisptur observa que, “não só tememos a falta de diesel, mas também poderão ocorrer bloqueios em rodovias, impossibilitando a passagem e, com isso, prejudicando os pacientes”, alertam os dirigentes da empresa de ônibus.

 

Greve dos caminhoneiros

Os caminhoneiros protestam há quatro dias contra os seguidos aumentos do preço do diesel. O movimento tem fechado algumas estradas, o que já impacta no abastecimento de combustível e alimentos em algumas regiões do país. As principais reivindicações da categoria são a redução de impostos sobre o preço do óleo diesel, como PIS/Cofins e ICMS, e o fim da cobrança de pedágios dos caminhões que trafegam vazios nas rodovias federais que estão concedidas à iniciativa privada.

 

Hoje, o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, disse que a mobilização só será encerrada quando o presidente Michel Temer sancionar e publicar, no Diário Oficial da União, a decisão de zerar a alíquota do PIS-Cofins incidente sobre o diesel.

 

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