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Quarta-Feira, 30 de Agosto de 2017, 11h:54
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Só depende de auditoria final para que a Eldorado seja vendida para a APP

Gigante Asiática será a maior produtora do mundo em celulose após a incorporação de empreendimento

Danilo Galvão
Capital News

Bruno Chaves/Arquivo Capital News

Silvicultura, cultivos florestais, cultivo florestal, fábricas de celulose, produção de eucaliptos, eucalipto

Propostas brasileiras pela aquisição da Eldorado foram de 13% a 25% menor que o sinalizado por grupo da Ásia

Informação do jornal Valor Econômico anuncia avanço nas negociações para a venda da Eldorado Celulose. Pretendente da aquisição com oferta estimada em R$ 15 bilhões, a  Asia Pulp and Paper (APP), grupo da Indonésia, já firmou um termo de compromisso com a J&F Investimentos, holding que é dona da fábrica, situada em Três Lagoas-MS. O que falta para o negócio ser totalmente fechado diz respeito apenas ao término de procedimento de auditoria, que envolve questões documentais e também diligências de representantes da gigante asiática nas unidades de operação da empresa brasileira. 


As visitas inclusive já começaram,  o que de certa forma colaborou para o vazamento do capítulo final nas negociações da venda da Eldorado, também cobiçada por outros players da celulose no Brasil como a Arauco, Suzano e a Fibria, que possui parque industrial em Três Lagoas.  Conforme informações de bastidores, a APP teria um prazo para exercer a preferência do negócio até setembro.

Desde junho, o mercado especula uma transação envolvendo o empreendimento da J&F em celulose.  A organização majoritária que também é dona da JBS Frigoríficos, Alpargatas e da Osklen precisou levantar R$ 10,3 bilhões para que o seu acordo de leniência fosse aceito pelo MPF (Ministério Público Federal).  Uma das empresas do grupo já foi negociada por R$ 3,5 bilhões com a sociedade da Cambuhy Investimentos e Brasil Warrant (BW).

No final do primeiro semestre desde ano, executivos da holding apresentaram à Justiça uma proposta de delação premiada, com assunção de culpa em irregularidades como crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa, e o indicativo de ressarcir os cofres públicos, o que desencadeou uma série de negociações de ativos da J&F.

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