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Conheça os perigos da gordura abdominal e saiba como eliminá-la

Por Pérola Cattini

Da coluna Bem-Estar
Artigo de responsabilidade do autor

Ela é um dos fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e AVC

Divulgação

ColunaBem-Estar

De acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde, o número de obesos no país aumentou 67,8% entre 2006 e 2018, saindo de 11,8% para 19,8%. No mesmo período, a população começou a adotar hábitos alimentares mais saudáveis.


Acontece que o acúmulo de gordura na região abdominal é um dos fatores de risco que colaboram para que diversas doenças surjam, como as cardiovasculares, que podem resultar em infarto e AVC. Neste meio, existem dois tipos de gordura abdominal: a subcutânea, que fica na frente dos músculos; e a visceral, que é localizada nas alças intestinais e nos órgãos internos, como o fígado.


Segundo alguns estudos realizados na área, ambas trazem riscos à saúde, mas a visceral é ainda mais perigosa por estar mais próxima dos órgãos vitais. Assim, elas estão associadas a diversas alterações no funcionamento do intestino.


“Níveis altos de triglicerídeos, baixos níveis do bom colesterol (HDL), resistência à ação da insulina e consequente elevação dos níveis glicêmicos (diabetes), aumento da gordura hepática, prejudicando a formação de hormônios, vitaminas e substâncias que atuam no metabolismo das gorduras e também hipertensão arterial como consequência do aumento da viscosidade do sangue são exemplos do que esta gordura pode causar no organismo”, afirma o cardiologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Fúlvio J. Barbato Junior.


Para saber se há níveis de gordura abdominal em excesso, é possível medir a circunferência da cintura com uma fita métrica. O ideal é que o número seja menor do que 88 cm para mulheres e 102 cm para homens. Caso ultrapasse, é recomendável consultar um nutricionista e adotar uma dieta para perder barriga, associada a atividades físicas.


Sendo assim, há uma série de recomendações gerais sobre o que pode ou não conter nas dietas, como a diminuição do consumo de refrigerantes, tanto o normal, quanto as versões light e zero, que também são prejudiciais. O líquido pode ser substituído por chás, como os de casca de laranja, de limão, de mexerica, de jabuticaba e de gengibre, já que eles previnem doenças e potencializam a queima de gorduras corporais.


Além disso, é importante estabelecer a prática de exercícios físicos diários para aumentar as melhorias alcançadas com a alimentação.

 

 

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