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Quinta-Feira, 18 de Novembro de 2021, 14h:58
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Mais um escola é reforma pelos projeto "Revitalizando a Educação com Liberdade"

Previsão de conclusão é em março de 2022

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/TJMS

Mais um escola é reforma pelos projeto

Projeto "Revitalizando a Educação com Liberdade"

Com previsão de conclusão em março de 2022, os presos que integram o projeto "Revitalizando a Educação com Liberdade", da 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, iniciaram nesta terça-feira (16) a reforma da 13ª escola pública estadual. A unidade contemplada pela ação, foi Escola Estadual Profª Joelina de Almeida Xavier, localizada no Jardim Guanabara. 

 

A previsão é que sejam investidos R$ 680 mil para o custeio de todo o material necessário para a reforma da parte hidráulica, elétrica (com preparação para instalação de ar condicionado), pintura completa, instalação de nova cobertura metálica, construção de bancos, reforma de banheiros, jardinagem etc. Esse recurso é arrecadado com o desconto de 10% dos salários dos detentos que trabalham via convênio na Capital. E, para esta 13ª obra, a equipe é composta por 25 reeducandos do regime semiaberto do Centro Penal Agroindustrial da Gameleira.

 

De acordo com o diretor do presídio semiaberto da Gameleira, Adiel Rodrigues Barbosa, responsável pela execução do projeto, “embora a instituição de ensino não esteja numa condição degradante de conservação, pois a direção zela da melhor forma pela estrutura existente, serão necessárias diversas intervenções e também melhorias para receber de forma mais adequada os alunos e a comunidade escolar. Entre outras coisas, será reconstruída a cobertura entre os blocos, pois, quando chove, há muita entrada de água e o pátio interno inunda, um problema que será sanado”.

 

Outro pedido da equipe de professores foi a construção de uma nova cozinha, mais ampla, pois a existente é muito pequena e não comporta a demanda atual da instituição que funciona em período integral e serve refeições aos alunos, conforme o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). 

 

Projeto utiliza mão de obra e o dinheiro dos presos para a execução e o custeio da obra e é realizado em parceria com a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen-MS), Conselho da Comunidade e a Secretaria de Educação do Estado de MS (SED), entre outros parceiros. 

 

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