00:00:00 Domingo, 21 de Julho de 2024


Cotidiano Quarta-feira, 21 de Abril de 2021, 15:31 - A | A

Quarta-feira, 21 de Abril de 2021, 15h:31 - A | A

Reconhecimento

Três Lagoas recebe título de Capital Nacional da Celulose

Projeto de foi apresentado por senadora sul-mato-grossense

Lethycia Anjos
Capital News

Chico Ribeiro/Secom MS

Três Lagoas recebe título de Capital Nacional da Celulose

Fábrica de celulose em Três Lagoas

Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), sancionou na última terça-feira (20) a Lei 14.142, de 2021, que atribui o título de Capital Nacional da Celulose ao município de Três Lagoas em Mato Grosso do Sul, a lei de autoria da senadora Simone Tebet (MDB-MS) é oriunda do PLS 178/2016 e foi publicada no Diário Oficial da União. O projeto de lei foi aprovado em 2017 no senado federal, e em março deste ano recebeu a aprovação da Câmara, passando para sanção presidencial.

 

O título tem a finalidade de prestar o reconhecimento a atividade produtiva da celulose, visto que nos últimos anos o município registrou crescimento de 528%, ganhando visibilidade internacional. A produção de celulose em Três Lagoas teve início em 2009 com a chegada da Fibria, uma das maiores fábricas de papel do mundo, com capacidade de produção de 1,3 milhão de toneladas de celulose por ano. No ano de 2012, a Eldorado Brasil se instalou na cidade, a empresa possui capacidade produtiva de 1,7 milhão de toneladas de celulose ao ano.

 

Em 2020, a empresa Eldorado Brasil, exportou 48% da sua produção para a Ásia, conforme a Agência Senado, a empresa fechou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 641 milhões, registrando um crescimento de 528% em comparação ao mesmo período de 2019, onde foram obtidos R$ 104 milhões.

 

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que entre 2009 e 2013 o número de trabalhadores assalariados em Três Lagoas cresceu 87,6%, o que gerou impactos a renda dos trabalhadores, segundo a Agência Senado, o salário médio mensal no mesmo período registrou aumento de 14,8%, passando de 2,7 salários mínimos para 3,1 salários mínimos.

 

Comente esta notícia