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Economia Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017, 12:36 - A | A

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Carteira assinada

Município em MS foi o que mais gerou emprego no Brasil em 2016

Estado ocupou segunda posição em ranking nacional que mede criação de vagas de emprego formal

Natália Moraes
Capital News

Assessoria Governo do Estado/Portal MS

Município em MS foi o que mais gerou emprego no Brasil em 2016

Campo Grande foi o município que menos gerou postos de trabalho formais em 2016

Mato Grosso do Sul foi um dos estados que menos sofreu com a crise financeira no ano passado. Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em um ranking geral, o município de Três Lagoas foi o que apresentou melhor resultado na geração de empregos formais em todo o país em janeiro a dezembro de 2016. Ainda, o Estado ficou como segundo melhor colocado, atrás apenas de Roraima.


Conforme a assessoria do Governo do Estado, ao todo foram 3.506 novos postos de trabalho em Três Lagoas, seguido de Campo Redondo (RN) com 1.990 e Juazeiro (BA) com 1.956.

 

Somente em Mato Grosso do Sul, depois de Três Lagoas está Aparecida do Taboado, com 638 novos postos, seguido por Nova Andradina, com 588. Apesar do balanço positivo, na Capital, a situação é difícil. Campo Grande foi o município que menos gerou postos de trabalho formais em 2016.

Dados
Ainda segundo a assessoria, na comparação dos estoques de emprego em dezembro de 2015 e 2016, Mato Grosso do Sul teve a menor perda dos postos de trabalho de 0,22%. Em todo o Brasil, as demissões superaram as contratações em 1,32 milhão de postos de trabalho.


Já de janeiro a dezembro de 2016, foram contratadas 235.129 pessoas no estado e desligados 236.252 empregados. Em dezembro de 2016, Mato Grosso do Sul teve 7.797 mais demissões do que contratações. Foram contratadas 12.382 pessoas e contra 20.179 desligamentos. Apesar disso, os resultados apontam para uma recuperação, se comparados aos de 2015.

 

Áreas 
Em 2016, os subsetores que mais geraram empregos formais foram construção civil, com 1.931 novas vagas; agropecuária com 1.201; serviços médicos, odontológicos e veterinários com 776; indústria de produtos alimentícios com 430; serviços industriais e de utilidade pública com 421; comércio atacadista com 139; e indústria de material elétrico e comunicações, com 106.

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