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Economia Segunda-feira, 01 de Maio de 2017, 12:48 - A | A

Segunda-feira, 01 de Maio de 2017, 12h:48 - A | A

Crescimento

Três Lagoas tem o segundo maior PIB de Mato Grosso do Sul, aponta pesquisa

Cidade ganhou duas posições em relação ao último ranking divulgado, em 2012

Gian Nascimento
De Três Lagoas para o Capital News

A cidade de Três Lagoas apresentou crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 e ganhou duas posições no ranking estadual em relação a 2012, aparecendo na segunda posição, atrás apenas de Campo Grande. O levantamento foi feito pelo Núcleo de Pesquisas Econômicas de Três Lagoas (NPE/TL), ligado a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sedect).

Divulgação/Prefeitura de Três lagoas

Três Lagoas tem o segundo maior PIB de Mato Grosso do Sul, aponta pesquisa

Projeção aponta riqueza de R$ 8,7 bilhões concentrada na cidade

Em comparação ao apontamento de 2012 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município teve um aumento de R$ 3,7 bilhões. No ranking do IBGE, Três Lagoas aparece com R$ 5 bilhões de PIB, passando para R$ 8,7 bilhões, de acordo com as projeções do NPE. A cidade apresentou um crescimento de 123% entre 2010 e 2016, com uma média de crescimento anual de 10,6%.

O PIB representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um determinado período. É um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia, e tem o objetivo principal de mensurar a atividade econômica de uma região. Na contagem do PIB, considera-se apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo intermediários.

Conforme o relatório do NPE/TL, este crescimento se deve aos atuais investimentos em cadeias produtivas globais de celulose e soja e demais ações que tornaram o município a segunda maior economia estadual, menor apenas que a capital.

Nas projeções do Núcleo, Mato Grosso do Sul aparece com percentuais próximos aos da última avaliação do IBGE, em 2013, quando era apontada uma economia de R$ 69,1 bilhões com peso de 2,5% na economia nacional.

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