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Quinta-Feira, 28 de Maio de 2020, 12h:35
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Adepol vai acionar justiça contra advogado de serial killer

Acusado ainda relatou que Cleber de Souza Carvalho foi agredido pelos policiais

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/Polícia Civil

Fachada Acadepol

Academia de Polícia Civil

 

"Adepol-MS vai entrar com medida judicial nas áreas cível e criminal, além de uma representação junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), contra o advogado Jean Carlos Cabreira, que faz a defesa do serial killer Cleber de Souza Carvalho, acusado de matar e ocultar os corpos de sete pessoas em Campo Grande”, informou por meio de nota  a associação. 

 

 

Adepol  esclareceu que após “a declaração  à imprensa, o advogado alegou que seu cliente foi vítima de agressões físicas e psicológicas por parte dos policiais civis e do delegado que conduz o caso, além de afirmar que os policiais "são treinados para agredir, sem deixar lesões aparentes", afirmando que os agentes da lei cometem crime de tortura contra os investigados”, esclareceu.  Além de pontuar que “os assassinatos cometidos pelo pedreiro foram descobertos durante investigações sobre o desaparecimento do comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, de 61 anos, que teve o corpo enterrado no quintal de casa. Após a descoberta do crime, Cleber de Souza Carvalho confessou a morte de outras seis pessoas e indicou os locais onde os corpos estavam enterrados”.

 

A Polícia Civil e o Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol) divulgaram nesta quarta-feira (27) notas de repúdio a respeito das alegações do advogado.  

 

Confira as notas na íntegra:

 

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul vem a público informar que a prisão do homem suspeito de cometer sete assassinatos em Campo Grande, preso no dia 15 de maio após extenso trabalho de investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Homicídios - DEH, se pauta na legalidade e em observância aos princípios constitucionais penais e processais.

 

A instituição repudia, veementemente, a fala do advogado Jean Cabreira, responsável pela defesa do investigado, em que imputa à instituição o cometimento de crime ao alegar que o preso estaria sofrendo agressões psicológicas durante sua custódia em cela de Delegacia de Polícia desta capital.

 

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul é referência nacional e coleciona os melhores índices de resolução de homicídios do país. Este resultado é fruto de um trabalho profissional, pautado no comprometimento dos policiais civis que incansavelmente se dedicam em bem cumprir sua missão de servir e proteger a sociedade.

 

A instituição reforça que suas ações são calcadas na lei e submetem-se ao controle interno de sua Corregedoria e externo, feito pelo Ministério Público Estadual. Reiteramos que todo o procedimento adotado nesta investigação está, como em todas as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, de acordo com a lei e aguarda a apresentação das provas que a defesa do suspeito diz possuir em respeito ao princípio da ampla defesa.

 

Adepol

A Adepol-MS vai entrar com medida judicial nas áreas cível e criminal, além de uma representação junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), contra o advogado Jean Carlos Cabreira, que faz a defesa do serial killer Cleber de Souza Carvalho, acusado de matar e ocultar os corpos de sete pessoas em Campo Grande. 

 

Em declaração à imprensa, o advogado alegou que seu cliente foi vítima de agressões físicas e psicológicas por parte dos policiais civis e do delegado que conduz o caso, além de afirmar que os policiais "são treinados para agredir, sem deixar lesões aparentes", afirmando que os agentes da lei cometem crime de tortura contra os investigados. 

 

A Adepol-MS lamenta a postura do advogado e garante que os trabalhos da Polícia Civil foram realizados em conformidade com a lei, com o objetivo de elucidar os fatos, diante de crimes bárbaros que chocaram a todos.

 

Os assassinatos cometidos pelo pedreiro foram descobertos durante investigações sobre o desaparecimento do comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, de 61 anos, que teve o corpo enterrado no quintal de casa. Após a descoberta do crime, Cleber de Souza Carvalho confessou a morte de outras seis pessoas e indicou os locais onde os corpos estavam enterrados.

 

 

Sinpol-MS

Sinpol vem a público repudiar as declarações do senhor Jean Carlos Cabreira, advogado do serial killer Cleber de Souza Carvalho, acusado de matar sete pessoas e ocultar os corpos em Campo Grande, em crimes bárbaros que chocaram a sociedade.

 

O Sindicato tomará as devidas providências legais contra o advogado, que alega que seu cliente sofreu abuso de autoridade e tortura por parte dos policiais, na justiça e junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MS).

 

Todo o trabalho dos policiais civis envolvidos no caso e dos demais agentes da segurança pública foi pautado nas normais legais, buscando o esclarecimento dos crimes confessados pelo acusado, e todo o procedimento adotado na investigação policial está em conformidade com a lei.

 

Polícia Civil 

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul vem a público informar que a prisão do homem suspeito de cometer sete assassinatos em Campo Grande, preso no dia 15 de maio após extenso trabalho de investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Homicídios - DEH, se pauta na legalidade e em observância aos princípios constitucionais penais e processais.

 

A instituição repudia, veementemente, a fala do advogado Jean Cabreira, responsável pela defesa do investigado, em que imputa à instituição o cometimento de crime ao alegar que o preso estaria sofrendo agressões psicológicas durante sua custódia em cela de Delegacia de Polícia desta capital.

 

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul é referência nacional e coleciona os melhores índices de resolução de homicídios do país. Este resultado é fruto de um trabalho profissional, pautado no comprometimento dos policiais civis que incansavelmente se dedicam em bem cumprir sua missão de servir e proteger a sociedade.

 

A instituição reforça que suas ações são calcadas na lei e submetem-se ao controle interno de sua Corregedoria e externo, feito pelo Ministério Público Estadual. Reiteramos que todo o procedimento adotado nesta investigação está, como em todas as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, de acordo com a lei e aguarda a apresentação das provas que a defesa do suspeito diz possuir em respeito ao princípio da ampla defesa.

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