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Terça-Feira, 21 de Setembro de 2021, 14h:21
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Após um ano, polícia identifica ossada em plantação de soja

Vítima estava desaparecida desde fevereiro de 2020

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/PCMS

Após um ano, polícia identifica ossada em plantação de soja

Vítima foi identificada através do exame de DNA

Com o auxílio do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF), conseguiu identificar uma ossada encontrada em 07 de março de 2020, às margens da Br 163, em uma plantação de soja. Trata-se de Antônio Ailton da Silva, de 53 anos, que havia desaparecido em 21 de fevereiro de 2020. 

 

Conforme a informação foi repassada pelo delegado titular da Delegacia Especializada de Homicídio (DEH), Carlos Delano e pela diretora do IALF, Josemirtes do Prado, quando a ossada foi localizada, coletaram-se uma amostra de DNA, que foi armazenada no banco de dados do instituto, como de indivíduo desconhecido. No caso de Ailton, não foi possível identificar a causa da morte, mas conforme laudo do Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL), não havia indícios de morte violenta, o que leva a crer que ele tenha tido uma morte natural. Segundo informado pela família, a vítima sofria com alcoolismo e não tinha nenhuma passagem policial.

 

Em maio deste ano, quando foi lançada a Campanha Nacional para Coleta de DNA de Familiares de Desparecidos, os familiares de Antônio forneceram material genético para confronto, que deu positivo quando os dados foram cruzados. De acordo com a Polícia Civil, esta campanha veio para ajudar a acelerar o processo de identificação de cadáveres. “Se não tivesse esta ferramenta, a identificação deste cadáver demandaria dos métodos tradicionais de investigação (cruzamento de dados e testemunhas), o que demanda um esforço e dificuldades muito maiores. Com a inserção do DNA no banco de dados, encurtou-se o caminho e conseguimos dar uma resposta para a família. Infelizmente não é o resultado desejado, mas pelo menos a família sabe o que aconteceu com ele”, explicou.

 

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