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Quinta-Feira, 26 de Março de 2020, 14h:29
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Polícia esclarece sequestro relâmpago em Três Lagoas

Investigação continua para descobrir outras vítimas do casal

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/Polícia Civil

Sig

Polícia identificou os autores e os deteve

 

Após o sequestro relâmpago de um homem de 33 anos, os  Policiais Civis do Setor de Investigações Gerais, passaram a realizar diligências, identificando alguns pontos comerciais onde o cartão da vítima teria sido utilizado.

 

Crime aconteceu na noite do dia 13 de março, um homem de 33 anos, operador de guindaste, procurou a delegacia alegando que na madrugada daquele dia, estava fumando um cigarro próximo a um hotel onde se encontrava hospedado, às margens da BR-262, quando teria sido abordado por dois indivíduos num veículo que não soube dizer a marca, apenas que era de cor preta e que depois disso teria sido mantido em cárcere privado, amarrado, no meio do mato, mas antes foi obrigado a dar seu cartão bancário com senha para os meliantes, os quais teriam efetuado gastos no comércio da região dos bairros Guanabara.

 

Conforme a investigação da polícia, os agentes identificaram a vítima na verdade, teria saído com mulher de 42 anos, para um programa num motel da região, assim como fazerem uso de crack. Após isso, a mulher entrou em contato com um comparsa identificado como sendo um homem de 47 anos, o qual abordou o casal que saía a pé do motel, quando então a mulher disse que não teria sido paga pelo programa que acabara de fazer e obrigou a vítima a dar o cartão e senha para que pudessem usar.

 

De posse do cartão, o casal suspeito fez gastos no comércio da região do bairro Guanabara, cujos comerciantes passavam o cartão nas máquinas de recebimento, algumas vezes sem que compras eram realizadas, e cobravam taxas por tal operação, ou seja, um tipo de cobrança de juros de empréstimos de dinheiro.

 

Durante as investigações a Polícia Civil apurou que tal prática era comum entre alguns comerciantes daquela região, razão pela qual também poderão ser responsabilizados.Casal investigado foi inquirido no SIG, onde negou qualquer conduta criminosa, alegando que agiram com anuência da vítima, o que não é verdade.

 

Ao que tudo indica, o casal investigado possam ter feito outras vítimas. Já a vítima disse que quando registrou ocorrência, não falou a verdade porque teria sido ameaçada e por ser casada. Acerca dos fatos foi instaurado inquérito policial e ao final, remetido à Justiça.

 

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