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Terça-Feira, 26 de Maio de 2020, 10h:25
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Reinaldo Azambuja volta a cobrar auxílio federal a estados

Em entrevista à CNN Brasil, governador também falou em "bandeira branca" com Bolsonaro

Hélder Rafael
Capital News

Reprodução

Governador Reinaldo Azambuja em entrevista à CNN Brasil

Governador Reinaldo Azambuja em entrevista à CNN Brasil

O governador Reinaldo Azambuja falou ao canal por assinatura CNN Brasil nesta terça-feira (26) sobre o aguardado pacote de R$ 60 bilhões em ajuda federal aos estados. A medida ainda não foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

 

A preocupação dos governadores é com o veto ao trecho do projeto de ajuda aos estados que abre a possibilidade de reajuste salarial para diversas categorias de servidores públicos, mesmo em meio à pandemia.

 

Azambuja disse que a categoria dos servidores deve dar sua "cota de sacrifício" nesse momento de enfrentamento à pandemia, por meio do congelamento de reajustes salariais em 2021.

 

"Pedimos ao presidente rapidez na sanção. Existe uma expectativa, e esse projeto de lei foi construído com a equipe econômica. É importante porque os estados perderam muita arrecadação nesses meses e temos uma paralisação nas atividades econômicas. Acredito que o presidente vai sim sancionar, deve seguir a recomendação da equipe econômica quanto ao aumento salarial dos servidores públicos".

 

Na última quinta-feira (21), Azambuja falou em nome dos 27 governadores durante a reunião com o presidente Jair Bolsonaro. O governador sul-mato-grossense foi questionado pela CNN sobre a repercussão da divulgação, na semana passada, do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril entre Bolsonaro e ministros, em que governadores são duramente criticados pela atuação no enfrentamento à pandemia. O governador de Mato Grosso do Sul procurou minimizar os conflitos.

 

"O que nós precisamos nesse momento é estarmos todos unidos contra o inimigo comum, que é a pandemia. Esse equilíbrio e distensionamento desses embates de cunho político, acho que temos que nesse momento focar no que é mais importante", afirmou.

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