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MS começa moagem de cana para produzir açúcar e etanol

Indústrias sucroenergéticas do Estado registraram queda nas vendas de etanol

Elaine Silva
Capital News

Jornal da Bioenergia

MS começa moagem de cana para produzir açúcar e etanol

Mês de maio, sinalizando uma leve recuperação

Mato Grosso do Sul iniciou a moagem da cana de açúcar para a produção de açúcar e etanol e, até o dia 15 de junho, já foram processadas 12,4 milhões de toneladas da matéria-prima, conforme dados divulgados pela Biosul. 

 

As indústrias sucroenergéticas do Estado registraram queda nas vendas de etanol. Em abril, foram comercializados de 148 milhões de litros do biocombustível, volume 55% menor comparado ao mesmo período do ano passado. No mês de maio, sinalizando uma leve recuperação, foram vendidos 223 milhões de litros, volume 30% menor comparado a maio de 2019. No acumulado de abril a 15 de junho, o percentual de queda nas vendas do biocombustível chegou a 41% comparado ao mesmo período do ano anterior, com a saída de 493 milhões de litros de etanol do Estado.

 

As 18 indústrias sucroenergéticas iniciaram, no último dia 1º de abril. A quantidade é 16% menor comparada ao ciclo anterior (2019/2020), que se aproximou dos 15 milhões de toneladas naquele período. A qualidade da matéria-prima, no entanto, é 4,6% melhor que no ano passado, com 129,02 kg de ATR/TC (Açúcares Totais Recuperáveis por Tonelada de Cana). 

 

“A redução na velocidade do processamento da cana já era esperada diante do cenário de pandemia do novo coronavírus (Covid-19) que estamos enfrentando”, afirmou o presidente da Biosul, Roberto Hollanda, completando que a produção de etanol foi de 700 milhões de litros, 25% menor comparado ao mesmo período. 

 

Desses, 575 milhões de litros são de etanol hidratado (-23%) e 124 milhões de litros de anidro (-32%). Já a produção de açúcar registrou saldo positivo, sendo 404 mil toneladas do alimento produzidas até 15 de junho, alta de 66% comparada ao mesmo período da safra passada, quando produziu 243 mil toneladas do adoçante. De acordo com a Fiems, no mix de produção, 74% da matéria-prima processada foi destinada para a produção de etanol, enquanto 26% para o açúcar. 

 

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