Segunda-feira, 24 de Junho de 2024


Três Lagoas Sexta-feira, 17 de Outubro de 2014, 13:37 - A | A

Sexta-feira, 17 de Outubro de 2014, 13h:37 - A | A

PMA autua três pessoas por poluição sonora

Gilson Giordano - Capital News (www.capitalnews.com.br

Policiais Militares do 2º Batalhão de Três Lagoas, município localizado na região leste do Estado e distante da Capital a 350 quilômetros, realizaram nesta quinta-feira (16), à noite, uma operação, no intuito de combater a poluição sonora, provocada por veículos com sons de alta potência.

Conforme as denúncias sistemáticas de moradores, os proprietários dos veículos ligam os sons altos e, algumas vezes, próximos uns aos outros (barulho conjugado), causando perturbação.

Nesta quinta-feira (16), à noite, os policiais do 2º batalhão, com uso de um decibelímetro realizaram abordagens de veículos, que excediam a potência de som permitida pela legislação e acionaram a Polícia Militar Ambiental (PMA) para efetuar as autuações administrativas pela infração de poluição sonora.

A PMA autuou três pessoas abordadas pelos Policiais Militares e aplicou multas que totalizaram R$ 15 mil. Foram ainda apreendidos três veículos com aparelhagem de som de alta potência, que foram entregues à delegacia de Polícia Civil da cidade.

Uma jovem de 26 anos, residente no bairro Jardim Atenas estava em um veículo, com o som ligado em potência que atingiu 107 decibéis, quando a legislação permite para ao local apenas 50 decibéis. O veículo foi apreendido com o som foram apreendidos e ela foi multada em R$ 5 mil.

Também foi multado no mesmo valor e pelo mesmo motivo, um homem de 29 anos, residente em um comodato às margens da BR 158, proprietário de um veículo Astra. A emissão de som mediu 106 decibéis. O veículo e o som foram apreendidos.

A terceira presa foi outro homem, este de 24 anos, residente em Cosmópolis (SP) foi multado também em R$ 5 mil, pelo mesmo motivo. Ele era proprietário de um veículo Uno. A emissão de som mediu 102 decibéis. O veículo e o som foram apreendidos.

Os autuados poderão responder por crime ambiental e, caso comprovada a poluição sonora, eles poderão pegar pena de um a quatro anos de reclusão.
 

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